
quarta-feira, 29 de outubro de 2008
sessão terapêutica - crise de identidade

sexta-feira, 24 de outubro de 2008
caldinho de feijão
Ingredientes:
1 xícara de chá de feijão mulatinho ou outro de sua preferência (que tenha um caldo mais escuro) 4 xícaras de chá de água
1 ou 2 folhas de louro
1 paio pequeno
½ xícara de chá de cebolas bem picadas
1 colher de sopa de alho espremido ou processado
1 ½ xícara de chá de bacon picado
1 cálice de pinga de boa qualidade (mais ou menos 80 ml)
2 colheres de sopa de azeite extra virgem
1 xícara de chá de salsinha e cebolinhas picadas finamente
sal e pimenta do reino moída na hora a gosto
Modo de preparar:
Escolher e lavar muito bem o feijão. Colocá-lo de molho em água fria por 4 horas.
Numa panela aquecida colocar o azeite e ½ xícara de bacon picado e fritar. Quando estiver crocante, retirar o bacon e reservar. No azeite e gordura do bacon que ficaram na panela, fritar as cebolas em fogo baixo. Quando estiverem começando a dourar, acrescentar o alho e fritar mais um pouco sem dourar demais. Depois de fritos despeje tudo na panela de feijão, acrescente a pinga e tempere com o sal e a pimenta. Leve ao fogo novamente e fervendo por 10 minutos. Deixe esfriar um pouco, retire o paio e bata no liquidificador até obter um caldo homogêneo. Passe por uma peneira e aqueça antes de servir.
Corte o paio em fatias finas.
Coloque a salsinha e as cebolinhas, o bacon e o paio em potinhos separados e sirva como guarnição.
Se desejar pode acrescentar nas guarnições um potinho com pimenta vermelha em molho ou picada no azeite, para os que apreciam uma comida mais "quente".
Sirva o caldinho de feijão em canecas com alça.
Observações:
- O feijão novo cozinha mais depressa e fica com um caldo mais grosso ao ser preparado. Para reconhecer se o feijão está novo, ele deve ter grãos brilhantes, se estiverem opacos com aparência de sujos, podem ser mais velhos. Isso não significa que não podem ser consumidos, mas devem ser deixados mais tempo de molho antes do cozimento e deve-se utilizar a mesma água do molho para cozinhá-los, isso tornará o caldo mais grosso.
- O bacon a ser utilizado como acompanhamento ou guarnição deve ter mais carne do que gordura. Para que fique crocante deve estar bem seco antes da fritura.
- O caldinho também pode ser feito com feijão preto e ficará ótimo como entrada de uma feijoada. Nesse caso a guarnição de bacon pode ser dispensada.
saudades da minha época de letrada?


terça-feira, 14 de outubro de 2008
tenho uma raiva de gente covarde!!!
disse que era INVEJOSA porque foi postado por alguém daqui da facu, ontem, depois que desocupei essa mesma máquina.
QUERIDO(A),
QUAL É SEU PROBLEMA? É O CURSO QUE FAÇO? POIS FAÇA GASTRONOMIA VOCÊ TAMBÉM!!! AGORA, SE O PROBLEMA É COM O BLOG... FAÇA UM! QUER PROCURAR A COORDENAÇÃO DO CURSO PRA RECLAMAR DE ALGO? VÁ SIM! PROVAVELMENTE OS CHEFS VÃO GOSTAR DE SABER QUE UMA ALUNA DO MEU GABARITO ESTÁ FAZENDO PROPAGANDA DO CURSO...
desculpem, caros amigos leitores, mas é que CRIANCICE me enche o saco...
sexta-feira, 10 de outubro de 2008
ÉCLAIRS 2 - a volta dos que não foram...
quarta-feira, 8 de outubro de 2008
Follow You Down - GIN BLOSSOMS
Did you see the sky
(Você viu o céu?)
I think it means that we've been lost
(Acho que significa que estivemos perdidos )
Maybe one less time is all we need
(Talvez a gente só precise de mais uma vez )
I can't really help it if my tongue's all tied in knots
(Realmente não posso ajudar se minha língua está travada )
Jumping off a bridge, it's just the farthest that I've ever been
(Pular de uma ponte, foi o mais longe que já cheguei )
Anywhere you go, I'll follow you down
(Aonde quer que você vá, eu a seguirei )
Anyplace but those I know by heart
(A qualquer lugar, menos os que conheço de cor)
Anywhere you go, I'll follow you down
(Aonde quer que você vá, eu a seguirei )
I'll follow you down, but not that far
(Eu a seguirei, mas não tão longe assim )
I know we're headed somewhere,
(Sei que estamos indo para algum lugar )
I can see how far we've come
(Posso enxergar o quão longe chegamos )
But still I can't remember anything
(Mas ainda não consigo me lembrar de nada )
Let's not do the wrong thing and I'll swear it might be fun
(Não vamos fazer a coisa errada e juro que pode ser divertido )
It's a long way down when all the knots we've tied have come undone
(Já andamos muito quando todos os nós que atamos se desfizeram )
Anywhere you go, I'll follow you down
(Aonde quer que você vá, eu a seguirei )
Anyplace but those I know by heart
(A qualquer lugar, menos os que conheço de cor )
Anywhere you go, I'll follow you down
(Aonde quer que você vá, eu a seguirei )
I'll follow you down, but not that far
(Eu a seguirei, mas não tão longe assim )
How you gonna ever find your place
(Como é que você vai encontrar o seu lugar )
Running in an artificial pace
(Correndo num ritmo artificial? )
Are they gonna find us lying face down in the
sand
(Será que eles vão nos encontrar deitados de
cara na areia? )
So what the hell now, we've already been
forever damned
(Então que se dane agora, já fomos amaldiçoados
para sempre )
Anywhere you go, I'll follow you down
(Aonde quer que você vá, eu a seguirei )
Anyplace but those I know by heart
(A qualquer lugar, menos os que conheço de cor )
Anywhere you go, I'll follow you down
(Aonde quer que você vá, eu a seguirei )
I'll follow you down, but not that far
(Eu a seguirei, mas não tão longe assim)
sexta-feira, 3 de outubro de 2008
mais sobre LAURENT
QUERIDOS, Nascido em Cholet, Vale do Loire, na França, em 1957, a trajetória profissional de Laurent começou cedo, aos 15 anos de idade. Apoiado pelo pai, decidiu abandonar a escola tradicional e ingressar na carreira de cozinheiro, atendendo a uma vocação revelada desde a infância.
Encontrou no "Lucullos" uma oportunidade de trabalho e um grande mestre - Jean Guerin, que foi seu professor no Lycée e o responsável por despertar em Laurent uma habilidade muito especial: adivinhar, da cozinha, o que estava acontecendo no salão. Guerin ofereceu a Laurent sua terceira oportunidade de trabalho. Foi em um restaurante de primeira linha, o "Les Prés et les Sources", do chef Michel Guérard. O ambiente muito competitivo não permitia companheirismo, e assim estava inaugurado na vida do jovem cozinheiro o rigoroso profissionalismo.
Quando a sua carreira tomava impulso, veio a convocação militar - um contratempo que acabou mostrando-se valioso para Laurent. Perto de deixar o quartel, apostou alto e tentou uma vaga no restaurante do mestre Paul Bocuse. Conseguiu.Laurent já conhecia a fama de Bocuse, de ser um homem muito exigente e detalhista. Era uma divindade para seus subordinados, que, no entanto, não escondiam o alívio quando o chefe se afastava da cozinha por alguns dias.
Logo o talento de Laurent foi notado. E, em 1980, Paul Bocuse ofereceu a Laurent Suaudeau uma missão que mudaria radicalmente a sua vida: o cargo de chef assistente no "Le Saint Honoré", restaurante da rede Méridien, no Rio de Janeiro. Recém-chegado ao Brasil, desanimou-se com a qualidade do trabalho do pessoal de cozinha. Mas o estímulo de Bocuse e a descoberta de receitas e ingredientes típicos do país, como cupuaçu, manga, tucupi, maracujá, mandioquinha, fizeram o então chef assistente mudar de idéia. Em apenas um ano Laurent era o chef de cuisine do "Le Saint Honoré".
Laurent apaixonou-se pela riqueza e variedade de cores, aromas e sabores brasileiros. Começou então a desenvolver o que hoje pode ser uma nova escola de gastronomia. Além de criar receitas inigualáveis, criou raízes no Brasil, casando com a piauiense Sissi, com quem teve dois filhos, Janaína e Gregory.
Em 1986, abriu o seu restaurante no Rio de Janeiro, o "Laurent", que imediatamente foi considerado o melhor restaurante do Rio e também o melhor do Brasil pelo Guia 4 Rodas. Em 1991, transferiu o sucesso para São Paulo - mais uma vez tornando-se referência e ponto de encontro de intelectuais, artistas, empresários e demais apreciadores da que foi chamada a melhor cozinha francesa do país.
No final de 2000, decidiu interromper a atividade do restaurante para dedicar-se à sua escola de cozinha. Laurent Suaudeau adotou o Brasil, e quer deixar para os novos chefs brasileiros a sua herança culinária. Para isso, fundou a Escola das Artes Culinárias Laurent, que consolida um novo perfil de gastronomia e tem como intuito principal o aperfeiçoamento de chefs de cozinha e profissionais da gastronomia.. É a sua forma de agradecer ao país o respeito e o reconhecimento conquistados durante todos esses anos.
De maio de 2003 à dezembro de 2004, funcionou o Restaurante Laurent da Al. Lorena em São Paulo, que fez história; acumulou os principais prêmios da gastronomia em pouco tempo:
Revista Gula (Chef do Ano de 2003 e Melhor rest. frances de São Paulo de 2003 e 2004)
Revista Veja São Paulo (Chef do Ano de 2003, , Melhor sobremesa de São Paulo de 2003 e Melhor rest. frances de São Paulo de 2003 e 2004)
Guia 4 Rodas (Chef do Ano de 2003 e o restaurante recebe “Três Estrelas”, fazendo parte do seleto grupo de cinco restaurantes três-estrelas no Brasil) Em 2004, Laurent passa a ser “Maître Cuisinier de France”, fazendo parte desta organização mundial destinada a abrigar os melhores chefs mundiais e lança seu segundo livro, “Cartas a um Jovem Chef”, dirigido à nova geração de cozinheiros, além de palestrar com freqüência à fornecedores do ramo e ao empresariado em geral.
Desde o fechamento do restaurante Laurent, o chef concentra sua alta gastronomia no Espaço Cultural Laurent, um espaço vip reservado para eventos pequenos, destinado a uma clientela selecionada e que funciona no mesmo local da Escola Laurent.
Horário:- Almoço (terça à sexta e domingo)- Jantar (segunda à sábado)
GASTROMOTIVA
O MUNDO NÃO É FEITO DE DINHEIRO!
Portanto, antes de tudo, entre no site e no blog , apaixone-se pela proposta e pelas várias histórias de vida mudadas por meio dessa iniciativa e arregace as mangas!
Conheça um poquinho:
A Gastromotiva é uma organização sem fins lucrativos, que investe na educação de cidadãos em situação de “invisibilidade social”. O programa capacita jovens para o mercado de trabalho, incentivando-os a abrir negócios gastronômicos em suas comunidades de origem. A viabilização do projeto se dá por meio do nosso bufê, venda de produtos e parcerias institucionais. Oferecemos um serviço contemporâneo, de alta qualidade, que valoriza as especiarias de diversos países, aliadas à cultura brasileira.
segunda-feira, 29 de setembro de 2008
laurent suaudeau

Cozinheiro de vocação precoce, com pouco mais de vinte anos já trabalhava com o Chef Paul Bocuse, no famoso restaurante “Collonges-au-Mont-d’Or" na França. O mestre, que logo reconheceu o talento do jovem Laurent, convidou-o em dezembro de 1979, para chefiar a cozinha do “Le Saint-Honoré", no Méridien, no Rio de Janeiro.
Em 1986 abre seu próprio restaurante, o “Laurent", chegando a ser considerado logo depois, o melhor restaurante do Rio de Janeiro. Em 1989 ganhou do Governador do Estado do Rio, o Título de Embaixador do Rio de Janeiro, recebendo a medalha de Mérito Internacional.
Em 1991, mudou-se para São Paulo, onde conduziu com grande sucesso a cozinha do “Laurent", freqüentado pelos grandes apreciadores da inigualável cozinha francesa até dezembro de 2000.
Em 1994, fundou a ABAGA (Associação Brasileira da Alta Gastronomia) onde permaneceu por 4 anos como Presidente.
Foi outorgado ao Laurent, pelo Presidente Fernando Henrique Cardoso, Cavaleiro da Ordem do Rio Branco, também em 1997.
Em 14 de julho de 1997, data de aniversário da Revolução Francesa, Laurent foi condecorado pelo Governo Francês como Chevalier de L’Ordre du Mérite Agricole.
Desde 1996, é Presidente de Honra e Organizador da Fispal Gourmet Show, a maior feira de indústria alimentícia da América Latina, realizada anualmente em São Paulo.
Em 2000, pelo 4° ano consecutivo, o Restaurante Laurent da Alameda Jaú, foi eleito pela Revista Veja, o melhor “Restaurante francês da cidade e pela revista Gula, o “Chef do Ano". Foi escolhido por Paul Bocuse para representar seu nome no Brasil.
De maio de 2003 à dezembro de 2004, funcionou o Restaurante Laurent da Alameda Lorena em São Paulo, que fez história; acumulou os principais prêmios da gastronomia: Revista Gula (Chef do Ano de 2003 e Melhor restaurante francês de São Paulo de 2003 e 2004), Revista Veja São Paulo (Chef do Ano de 2003, Melhor sobremesa de São Paulo de 2003 e Melhor restaurante francês de São Paulo de 2003 e 2004) e Guia 4 Rodas (Chef do Ano de 2003 e o restaurante recebe “Três Estrelas", fazendo parte do seleto grupo de cinco restaurantes três-estrelas no Brasil).
Em 2004, Laurent passa a ser Maitre Cuisinier de France, fazendo parte desta organização mundial para os melhores chefs mundiais.
Em outubro de 2004 lançou o Livro “Cartas a um Jovem Chef", dirigido à nova geração de cozinheiros.
Laurent é responsável pela formação de uma nova geração de chefs brasileiros. Mantém a Escola das Artes Culinárias Laurent em São Paulo, que tem como intuito principal o aperfeiçoamento de chefs de cozinha e profissionais da gastronomia; e onde funciona também o Espaço Cultural Laurent, reservado para eventos.
Laurent é Consultor e Assessor de restaurantes.
Trabalhou com diversos grandes chefs até conseguir uma vaga no concorrido restaurante de Paul Bocuse. Em 1980 Bocuse lhe ofereceu a oportunidade de trabalhar como chef assistente no "Le Saint Honoré", restaurante do Hotel Méridien do Rio de Janeiro. Ficou desanimado com a qualidade do pessoal de cozinha mas maravilhou-se com os ingredientes típicos do país como o cupuaçu, manga, tucupi entre outros, que o levaram a continuar o trabalho. Em apenas um ano Laurent já era o chef de cozinha do restaurante.
Em 1986 abriu o seu restaurante no Rio de Janeiro, o "Laurent", que imediatamente foi considerado o melhor restaurante do Rio e também o melhor do Brasil pelo Guia Quatro Rodas. Tranferiu-se para São Paulo em 1991 e, em 2000, passou a se dedicar exclusivamente à sua "Escola das Artes Culinárias Laurent". Reabriu o restaurante Laurent em São Paulo que funcionou entre maio de 2003 e dezembro de 2004 e que rapidamente tornou-se referência na cidade.
Laurent adotou o Brasil, casando com a piauiense Sissi com quem tem dois filhos, Janaína e Gregory.
quarta-feira, 24 de setembro de 2008
PATO AO MOLHO BRANCO?
COISA DE MULHER (!!!)
O marido chega em casa as 18:00 horas e diz à mulher que teria uma reunião às 22:00, mas que ele não iria, pois considerava isto um abuso.
A mulher, preocupada com o marido, convence-o que o trabalho é importante.
O marido então vai tomar um banho para se preparar e pensa:
— Nossa, como foi fácil enganá-la!Como toda mulher, quando o homem entra no banho, ela revista o bolso de seu paletó e encontra um bilhete onde estava escrito:
"Amor, estou esperando por você para comermos um pato ao molho branco. Beijão, Sheila".
Quando o marido sai do banho encontra sua mulher com uma roupa sensual e toda fogosa. O marido não perde tempo e parte para o rala e rola. A mulher lhe dá um trato tão bom que o marido adormece.
Quando vai chegando a hora, a mulher acorda o marido, que não quer mais ir a reunião. Mas novamente ela o convence.
Ao chegar na casa da amante, o marido cansado diz a ela que hoje trabalhou muito e que só iria tomar um banho e descansar um pouco.Como toda mulher, ao entrar no banho revista o bolso de seu paletó, e encontra um bilhete onde estava escrito:
"Querida Sheila, o pato foi, mas o molho branco ficou todo aqui. Beijão, a esposa".
camisetas universitárias
Tudo começou quando a turma de Direito da faculdade resolveu transformaruma célebre frase em camiseta e ela virou moda no Campus. A turma fez a seguinte frase:"Seu namorado não faz direito? Vem cá que eu faço!"
Aí o pessoal de Medicina resolveu provocar:"Ele pode até fazer direito, mas ninguém conhece seu corpo melhor que eu!"
O pessoal de Administração não deixou por menos:"Não adianta conhecer o corpo e fazer direito se não souber administrar o que tem!"
E a turma de Agronomia mandou esta:"Uns conhecem bem, outros fazem direito, e alguns sabem administrar o que tem, mas plantar a mandioca como nós ninguém consegue!"
E não termina por aí! Depois foi o pessoal de Publicidade:"De que adianta conhecer bem, fazer direito, saber administrar e plantar a mandioca se depois não puder contar pra todo mundo?"
Logo veio a turma da Engenharia participar também da brincadeira:"De que adianta conhecer bem, fazer direito, saber administrar, plantar a mandioca, e poder contar pra todo mundo, se não tiver energia e potência para fazer varias vezes?"
Mas a frase campeã foi realmente a da Economia:"De que adianta conhecer bem, fazer direito, saber administrar, plantar a mandioca, poder contar pra todo mundo, ter energia e potência para fazer várias vezes se mulher gosta mesmo é de dinheiro?"
a INCRÍVEL prova de confeitaria

DETALHE: ao invés de rechear a massa com crème pâtissière, use DOCE DE LEITE e transforme-a em uma BOMBA!!!

Pâte a choux(massa)
Ingredientes:
125 ml Água
125 ml Leite longa vida integral
100 gr Manteiga integral sem sal
1 gr Sal refinado
1 gr Açúcar refinado
110 gr Farinha de trigo especial
4 un Ovos tipo extra
Modo de Preparo:
1. Ferver o leite, a água, a manteiga o açúcar e o sal;
2. Acrescentar a farinha de trigo peneirada de uma só vez, mexer bem e cozinhar por alguns minutos até que a mistura se desprenda do fundo da panela;
3. Transferir a massa para a batedeira e, com a raquete, bater até resfriar;
4. Acrescentar os ovos, um a um, até obter uma massa lisa, homogênea e brilhante;
5. Colocar no saco de confeitar com um bico perlê nº 8 e moldar as éclairs sobre um silpat ou papel manteiga e uma assadeira;
6. Levar ao forno a 200ºC por cerca de 10 minutos ou até que estejam crescidas e douradas;
7. Reduzir para 180ºC e aguardar mais uns 15 minutos ou até que estejam assadas;
8. Resfriar sobre grelha.
250 ml Leite longa vida integral
25 gr Manteiga integral sem sal
60 gr Açúcar refinado
1/3 un Vagem de baunilha (se não tiver - uma fava custa R$ 20,00! - use a essência COM MODERAÇÃO!)
4 un Gemas
20 gr Amido de milho
Modo de Preparo:
1. Ferver o leite com a fava de baunilha aberta, metade do açúcar e a manteiga;
2. À parte, fazer um liaison: bater ligeiramente as gemas (peneiradas) com um pouco de leite reservado, o amido de milho e o restante do açúcar;
3. Temperar a mistura de gemas com parte do leite fervente, voltar ao fogo e cozinhar até engrossar, mexendo sempre;
4. Resfriar em banho-maria de gelo, coberto com filme plástico.
Seqüência da Montagem
1. Colocar o crème Pâtissière num saco de confeitar utilizando um bico perlê nº 4.
2. Furar as eclairs nas duas extremidades e recheá-las. Reservar.





